Passeios a partir de Alto Caparaó

No post anterior, vocês viram como foram os preparativos para a viagem, o planejamento dos passeios e as informações gerais sobre o região do Caparaó.

Agora, vocês vão acompanhar o nosso diário de bordo, a descrição detalhada das nossas aventuras nos sete dias que passamos na região e, como não poderia deixar de ser, com todas as minhas impressões pessoais sobre tudo.

Este é um blog sincerão, então vocês vão ficar a par das coisas que deram certo e também do que não saiu exatamente como o planejado. Viver é aprender meus caros.

Chegada em Alto Caparaó e nossas opções de hospedagem

Nós alugamos um carro em Belo Horizonte e gastamos umas sete horas até chegar em Alto Caparaó, nossa primeira cidade base para os passeios. É um trajeto meio chatinho. Estradas regulares, na maior parte pista simples, com tráfego pesado de caminhões. Apesar de demorado, foi tranquilo. Saímos de belo horizonte depois do almoço e chegamos em Alto Caparaó por volta das sete da noite.

A cidade de Alto Caparaó é pequena, mas oferece boas opções de hospedagem. Nós ficamos na pousada Café da Mata, mas nossos companheiros de viagem, a Elaine e o Tarso, ficaram no Recanto dos Pássaros..

Da café da Mara falarei daqui a pouco. Já do Recanto dos Pássaros, posso dizer, pelas visitas que fizemos, que é um lugar bem tranquilo, sem muitos luxos, mas confortável. Fica em uma área mais afastada da cidade, meio na zona rural praticamente. Os chalés estão em um terreno bem grande e na área externa há uma cozinha comum e local para fogueira.

Falando especificamente da Café da Mata, posso dizer que foi uma excelente escolha para o nosso estilo de viagem. Ela fica um pouco afastada da cidadezinha, no topo de um cafezal lindo. O chalé era espaçoso, bem iluminado e confortável, com uma varandinha muito aconchegante, que, inclusive, recebia a visita ilustre de pássaros da região. Nas fotos abaixo uma Seriema e um Jacu:

Nós chegamos à cidade no fim da tarde de uma quinta feira. Como era meio de semana, pouquíssimos restaurantes estavam abertos à noite. Eis aqui o nosso primeiro aprendizado, a cidade morre durante a semana.

Dentre as poucas opções disponíveis, escolhemos ir jantar em um espetinho raiz chamado Na Brasa. Simples, mas gostoso. Depois do jantar voltamos para a pousada e fomos descansar, pois o dia seguinte marcava, oficialmente, o início da nossa turistagem.

No outro dia, acordamos cedo e já tivemos a primeira grata surpresa do dia: a vista da varanda do nosso chalé ao amanhecer: de um lado as árvores, na frente um cafezal lindo e mais ao longe uma cadeia de montanhas maravilhosa.

Nas primeiras horas da manhã a neblina cobria grande parte das montanhas, mas o sol foi nascendo e a neblina se dissipando aos poucos, revelando paisagens lindas. Foi com esse cenário que tomamos nosso café da manhã.

Aqui um detalhe: a pousada não tem recepção ou restaurante. O café é deixado na varanda em uma cestinha, já com os itens escolhidos no dia anterior. Estava tudo delicioso e fresquinho, com aquele capricho que a gente ama.

As estrelas da região: Poços e cachoeiras

Quem vai ao Caparaó está em busca de algumas coisas específicas: contato com a natureza, boa comida e cafés especiais. Por contato com a natureza, entenda-se a possibilidade de fazer trilhas e conhecer cachoeiras e poços lindíssimos.

Já havíamos visto vídeos e fotos dos lugares e tudo parecia surreal. Custava a crer que, de fato, pudesse haver uma água tão esverdeada e cristalina. Para tirar a prova, nada melhor que conferir pessoalmente.

Com isso em mente, assim que encerramos nosso café, arrumamos as mochilas, abastecidas com água e alguns lanchinhos, e fomos buscar nossos companheiros de viagem. A aventura estava prestes a começar!

Nosso destino eram algumas cachoeiras e poços fora do parque nacional, na região que, geograficamente, pertence ao município de Iúna, no Espírito Santo, mas que têm acesso mais fácil a partir de Alto Caparaó.

Na lista: Poço do Egito, Cachoeira do Rogério e Poço das Antas. Nossos planos eram ousados e tudo isso estava marcado para o mesmo dia.

Poço do Egito

Chegamos ao poço do Egito no meio da manhã, deixamos o carro em um estacionamento na beira da estrada e entramos no que parecia um quintal. Apesar da placa com o nome do lugar, confesso que fiquei meio ressabiada ao entrar. Será que estávamos no lugar certo?

Minhas dúvidas acabaram quando fomos recepcionados pelo simpático anfitrião. Entre um gole de café e outro (Minas né?), ele nos explicou que, na verdade, no local há vários poços e locais para visitas, não apenas o Poço do Egito, que é o mais famoso. Ele nos indicou a trilha a seguir e começamos o passeio.

A trilha é fácil, bem remarcada e curta. Depois de uns 20 minutos de caminhada chegamos até a parte mais alta do rio, onde os primeiros poços já podem ser acessados. O lugar é realmente lindo. A água é límpida, completamente transparente. Mas na mesma medida em que é bonita, é fria. De doer os ossos.

Ainda assim, entramos. Não dava pra chegar ali e ficar só olhando. Fomos entrando em alguns dos poços e acabamos ficando por lá mais tempo que o planejado. Quando, enfim, terminamos a visita, já eram mais de duas da tarde.

Quando terminamos o passeio no Poço do Egito, decidimos mudar os planos, pois não daria tempo de fazer o passeio ao Poço das Antas.

Apesar de o início da trilha ser bem perto do local onde estávamos, a trilha até o Poço das antas é mais longa. Depois de ouvir algumas recomendações, optamos por deixar um dia inteiro para o Poço das Antas e aproveitar nosso resto de tarde em outro complexo de poços e cachoeiras por ali. Fomos, então, para Hidrolândia.

Hidrolândia

O trajeto do Poço do Egito até Hidrolândia demorou uma meia hora, em estrada de chão. Em Hidrolândia há uma espécie de recepção junto com um restaurante, com um pouco mais de estrutura que no Poço do Egito. Lá, pagamos as entradas, R$20,00 por pessoa, e seguimos para os poços.

O primeiro que visitamos foi o poço da laje. Trilha fácil, bem curtinha. Havia pouca gente por lá e o sol, mesmo que tímido, ainda estava presente. Ficamos por um tempo naquela água geladinha e depois seguimos para a cachoeira de Hidrolândia. Por fim fomos até o Poço da Corda, onde passamos algum tempo brincando com um balanço

A esta altura, o sol estava ainda mais escondido e água que era só geladinha, estava praticamente uma banheira de gelo. Exageros à parte, o fato é que já era hora de começar a encerrar os passeios do dia. Além da água geladinha, estávamos sem almoço e a fome começava a apertar.

Saímos de Hidrolândia e voltamos para a cidade. Fomos direto para a cafeteria La vie. Pedimos cafés e pão com linguiça. Tudo uma delícia. Isso sem contar a simpatia da dona da cafeteria, que indicou algumas outros passeios na região.

Saímos de lá e fomos descansar. A noite fomos jantar na hamburgueria Fire Burguer, no centrinho de Alto Caparaó. Estava muito bom, mas olhando a foto do hambúrguer, penso que talvez tenhamos exagerado nos pedidos.

Poço das Antas

No outro dia, sábado, fomos conhecer o tão esperado Poço das Antas. Para chegar lá seguimos o mesmo caminho que fizemos no dia anterior até o poço do Egito, mas ao invés de parar no estacionamento do Egito, seguimos por mais uns 300 metros e estacionamos no quintal de um sítio onde há uma placa indicando estacionamento poço das antas.

Lá pagamos o valor de 15 para deixar o carro e já pagamos, via pix, a entrada no poço, diretamente para a chave dos donos do sítio onde fica o poço.

O pessoal do estacionamento explicou que lá em cima, onde fica a casa do casal, não há sinal de internet e nem energia, então é preciso fazer o pagamento ali embaixo e mostrar o comprovante para eles quando chegar lá. Isso se o pagamento for por Pix. Pagando em dinheiro, é só deixar o carro, pagar o estacionamento e seguir a trilha.

Falando em trilha, importante esclarecer que, de moto e em veículo quatro por quatro, é possível seguir a estrada e deixar para estacionar já perto da casa dos donos do sítio. Não vimos nenhum veículo subindo, mas quando chegamos lá vimos algumas motos, então, em tese, é possível.

O fato é que nós não estávamos em um veículo quatro por quatro, então deixamos o carro estacionado e seguimos a pé. Até a casa dos donos do sítio, fomos andando por entre áreas de mata, cafezais e eucaliptos, através de uma estrada íngreme e cheia de curvas. Foram mais ou menos vinte minutos de uma caminhada cansativa, mas com paisagens lindas e muitos passarinhos nos fazendo companhia.

Um pouco antes de chegar na casa, encontramos a dona Rilza, que informou que ficava ali onde pegava sinal para receber por Pix e conferir quem já tinha feito o pagamento. Explicou que a casa dela e do marido, o Tarden, fica mais à frente e que poderíamos seguir até lá para que ele nos explicasse como chegar aos poços.

Ao chegar na casa, encontramos o seu Tarden, já no maior papo com outros turistas que estavam por lá. Ele nos contou sobre a vida dele e em menos de cinco minutos, descobrimos inclusive que ele havia sido motorista e conhecia Rondônia.

Tomamos café, abastecemos as garrafas com água da mina e começamos a trilha, confiantes nas palavras do seu Tarden: “vinte minutos de caminhada até o poço das antas (o mais distante). Caminhada tranquila, logo vocês chegam lá”. Certeza que ele ria por dentro enquanto dizia isso! Não se iludam incautos turistas. As palavras do seu Tarden são bem típicas de mineiros e capixabas: logo ali.

O fato é que andamos por mais de quarenta minutos até chegar ao Poço das Antas. E não é qualquer caminhadinha não. O negócio é tenso. Subidas íngremes, muita vezes possíveis somente com o auxílio de cordas e corrimões improvisados, mas em bom estado. Descidas que exigem atenção redobrada e alguns trechos bem escorregadios.

Apesar da natural dificuldade da trilha, ela era muito bem demarcada, visivelmente bem cuidada e limpa. Com esforço e algumas paradas para descanso, enfim chegamos ao Poço das Antas.

Aqui é aquele momento em que a vida responde às perguntas que fazemos enquanto estamos ofegantes fazendo trilhas, escaladas e coisas do tipo.

O que dizer do local? Estava cheio, mesmo sendo acessado por uma trilha de dificuldade moderada. Mas olhando o lugar, dá pra entender perfeitamente o fascínio das pessoas: é lindo. A cor da agua é impressionante, muito mais bonita do que os vídeos mostram. Com toda certeza vale a caminhada.

As águas eram geladas, mas um mergulho é inevitável. Ficamos por lá um tempo e começamos nossa descida, pois deixamos para conhecer os outros dois poços, Balaio e Tartaruga, na volta.

Para descer todo santo ajuda e, alguns minutos depois, chegamos aos outros dois poços. Ao contrário da Anta, não estavam cheios. Não sei se foi por isso, mas achei esses poços ainda mais bonitos. A paisagem, a luz, tudo estava perfeito. Nem a água gelada impediu de aproveitar o lugar. Ao contrário, depois que a gente acostuma (ou perde a sensibilidade :)), o geladinho da água é até terapêutico.

Passamos mais um tempo lá e continuamos a descida. Nossa intenção era conhecer a cachoeira do Rogério no mesmo dia, mas terminamos a descida tão cansados que desistimos.

No fim das contas, optamos por passar mais tempo aproveitando os poços do que ficar batendo ponto em várias delas. Afinal, nosso foco era aproveitar de verdade e não cumprir os itens de um check list. Lembram que no primeiro post dessa série eu dei um conselho para desacelerar? É exatamente isso.

De todo modo, a cachoeira do Rogério fica bem perto do estacionamento, no caminho para as Antas. Então, para quem quer combinar, vale a pena. Dá pra combinar com o poço das Antas ou com o Poço do Egito. Só não acho que valha a pena colocar tudo no mesmo dia.

O melhor fim de noite

Chegamos na pousada no fim da tarde, descansamos um pouco e fomos jantar na casa da Bethânia. Explico: Bethânia e o esposo, Alcione, junto com a filha de Bethânia, comandam um restaurante na cidade chamado Cantinho Bistrô, que funciona só para almoço.

Mas decidiram oferecer jantares, mediante prévio agendamento, na casa deles, em um sítio perto da cidade. A proposta não é apenas o jantar, mas a experiência toda, inclusive com possibilidade de se aventurar na cozinha e ajudar no preparo dos pratos. Por isso, se trata de uma vivência, que eles chamam de Cantinho Bistrô Rural.

Chegamos na casa da Bethânia e os dois já nos esperavam. A mesa estava arrumada e os ingredientes dispostos sobre o fogão e mesa auxiliar. Fomos completamente envolvidos na cozinha e nem preciso dizer que adorei. A entrada foi torresmo, o prato principal foi um mexido e a sobremesa alguns doces caseiros feitos por ela, embrulhados delicadamente em guardanapos coloridos.

Estava tudo perfeito. Mais que apenas a comida, foi maravilhoso aproveitar a conversa com os dois. De dicas de passeios até aleatoriedade, tudo fluiu bem demais. Saímos de lá felizes da vida e fomos descansar.

Fazendas e Cafés Especiais de Alto Caparaó

Nem só de trilhas e cachoeiras vivem os viajantes desse blog. Depois de dias intensos de atividade ao ar livre, inserimos uma pausa nas atividades de natureza e fomos aproveitar as fazendas de café.

Inicialmente, nossos planos para o domingo envolviam passear pelas cachoeiras dentro do parque. Mas como já havíamos percebido que nos finais de semana os pontos turísticos ficavam mais cheios, adiamos o passeio ao Parque para a segunda feira.

Ao invés de ir fazer trilhas e aproveitar as cachoeiras, nosso domingo foi no melhor estilo férias relax, totalmente dedicado às fazendas de café, cafeterias e etc.

Começamos o dia indo até a Fazenda Ninho da águia. Em todos os vídeos ou posts que havíamos visto sobre o Caparaó, a fazenda ninho da água aparecia como sugestão de passeio. A Bethânia, na noite anterior, também havia recomendado a visita. Já havia visto ou ouvido tanta coisa sobre o lugar que já me sentia completamente familiarizada.

E foi justamente essa a sensação que tive ao chegar e ser recebida pelo dono da fazenda, o senhor Aides. Uma pessoa muito agradável, conversador, espontâneo e muito, mas muito atencioso.

Ele andou conosco pelos arredores, mostrou os pés de café, algumas árvores e explicou sobre o processo de colheita, secagem e torra dos grãos. Além disso detalhou a empreitada que foi começar a produzir o café especial na fazenda, algo visto com desconfiança há alguns anos, quando o filho dele, Clayton, comprou a ideia.

Depois do tour pela fazenda, fomos fazer uma degustação dos cafés. O barista, um Colombiano super simpático, preparou e serviu alguns cafés no v60. Além de falar das características dos grãos, do que esperar em termos de aroma e sabor, ainda foi detalhando a forma de preparo. Tudo com calma, como pede um bom café. Para acompanhar os cafés, um bolo de banana delicioso.

Estava tudo bom demais. Quando já estávamos encerrando a visita, o filho do senhor Aides se juntou a nós para o café e, nitidamente apaixonado pelo que faz, compartilhou algumas experiências, inclusive sobre viagens a outros locais produtores de café.

Saímos de lá perto do meio dia e fomos almoçar no restaurante Picanha na Pedra. O restaurante é grande, em um local bonito, mas a comida era bem mediana, ainda mais se comparada às delícias que já havíamos provado.

Depois do almoço fomos até o sítio e cafeteria Pé de breu. Mais um lugar lindo para a lista. A cafeteria é uma graça, com decoração bem delicada e divertida. Lá pedimos mais café e alguns acompanhamentos, como um bolo de coco e uma banana com caramelo. Tudo delicioso.

Na sequência fomos para uma cervejaria chamada Sal da Terra. Imagino que a essa altura vocês devem estar pensando se ainda havia espaço para mais comida e bebida. A resposta sensata seria não. Mas sabe como é, as vezes é preciso um certo esforço para conhecer tudo e poder fazer um post bem detalhado por aqui.

Com isso em mente, e porque as vezes não temos limites, não apenas provamos cervejas, mas alguns aperitivos. As cervejas estavam razoáveis e os aperitivos estavam bons. Nada extraordinário. Mas o lugar é bem bonito e acho que só por isso já vale a visita. Encerrada a comilança, voltamos para a pousada para descansar. Por razões óbvias, não saímos pra jantar.

Parque Nacional do Caparaó

Enfim chegou a hora de conhecer o Parque Nacional do Caparaó. Acordamos cedo, tomamos nosso café com calma, apreciando a paisagem e seguimos para o parque.

Como eu disse no post anterior, o parque tem duas entradas, sendo uma do lado do Espírito Santo e outra do lado de Minas. Essa nossa primeira visita foi pela entrada que fica em Alto Caparaó.

Paramos brevemente na portaria, passamos alguns dados e seguimos de carro, por uma estrada em razoável estado, até o estacionamento do acampamento Tronqueira. Dali, começamos a trilha até o Vale Encantado.

A trilha é tranquila, com alguns trechos mais íngremes, mas nada que impossibilite o passeio. Do início dela até o vale encantado são uns 20 minutos de caminhada.

O vale encantado fica bem no alto, a quase 2000 metros de altitude. Ele é composto por vários poços e pequenas quedas de água. No dia em que fomos estava levemente nublado, inclusive com neblina intermitente. Isso acabou dando um ar bem misterioso para o local.

Do nosso grupo, apenas Fellipe se arriscou a entrar na água. Segundo ele, o mergulho valeu a pena, apesar da água gelada. Uma coisa é certa, o lugar é realmente lindo e faz jus ao nome.

Saindo de lá, fizemos o percurso de volta, voltamos para o estacionamento e aproveitamos para fazer nosso lanchinho nas mesas espalhadas na área próxima ao camping, com uma vista linda.

Em seguida, voltamos para o carro e começamos nosso trajeto de retorno, com a intenção de parar na Cachoeira Bonita. Infelizmente não encontramos a cachoeira. Certamente passamos batido na entrada e quando percebemos já estávamos na atração seguinte: o vale verde.

Como nosso tempo era curto, porque a tarde tínhamos que seguir para a outra etapa da viagem (Pedra menina nos aguardava), deixamos para traz a Cachoeira Bonita e fomos passear pelo Vale Verde. O estacionamento é praticamente ao lado das quedas, então é muito fácil. Ficamos por lá alguns minutos, mas nem entramos na água, apesar de o lugar ser bem convidativo.

Fizemos uma trilha até uma gruta, que não se mostrou muito fotogênica, andamos mais um pouco e já seguimos viagem, dizendo um até logo a Alto Caparaó, que tão bem nos acolheu.

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4 Resultados

  1. Fran Sales disse:

    Que lugar lindo
    Da até vontade de ir
    Parabéns pelo post amiga

  2. Elaine disse:

    Descrição perfeita! Eu acrescentaria um pouco mais de exagero ao dizer que a subida para o Poço das Antas é de lascar haha…mas sim, vale muito a pena!

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